Vale a pena assistir ao documentário Occupation 101: Vozes de uma maioria silenciada, produzido recentemente por Sufyan Omeish e Abdallah Omeish. O filme faz um balanço histórico da questão palestina, abrangendo o surgimento do movimento sionista até a segunda Intifada.

Entre outros aspectos, o filme trata das deploráveis condições de vida do povo na Faixa de Gaza, da limpeza étnica da Palestina, do apoio histórico dos Estados Unidos a Israel, das violações dos direitos humanos e abusos cometidos por colonos e soldados israelenses contra os palestinos.
Sua duração é de 88 min, e a versão completa e legendada encontra-se em:

http://video.google.com/videosearch?q=occupation+101&emb=0&aq=f#emb=0&aq=f&q=occupation%20101%20legendado&src=3

Outro filme recomendável é Palestina, produzido por Simone Bitton. Trata-se de um documentário, montado a partir de imagens de arquivos históricos raros divididos em dois períodos: 1ª parte (1880-1950) e 2ª parte (1950-1991), que aborda a resistência palestina contra o sionismo e o Estado de Israel. (duração: 115 min)
Esses filmes podem ser usados como fontes de informação e denúncia das atrocidades cometidas pelo Estado de Israel com aval e apoio dos Estados Unidos contra o povo palestino.

1 comentários:

  1. A promessa de que haveria dois estados dividindo a região, um israelense e outro palestino, nunca foi cumprida pela ONU, apesar de por ela ter sido anunciada desde a apresentação da criação do Estado de Israel naquele organismo, em fins da década de 40 do séc.XX. E onde está a ONU, na hora que mísseis israelenses matam civis a rodo, na hora em que o Estado de Israel promove a ocupação de áreas palestinas, numa verdadeira anexação e limpeza étnica? Mais de um milhão de palestinos já foram expulsos de suas terras por Israel. No entanto, a mídia e a 'comunidade internacional' agem como se os palestinos fossem os verdadeiros algozes. Para cada israelense morto por homens-bomba há mais de vinte civis palestinos mortos pelos mísseis ou por fuzis de Isreal, os palestinos vivem em campos de concentração (acampamentos cercados por tropas israelenses) e acabam dependentes da economia de Israel até para sobreviver, trabalhando como empregados subalternos. Vergonha!

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